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Desvende três mitos sobre o câncer de mama

09/10/2017

Com objetivo de informar a população sobre a prevenção do câncer de mama, o mês de outubro marca o período de mobilização internacional chamado Outubro Rosa.

O grande número de casos de câncer de mama acabou dando origem a muitos mitos sobre a doença. Desvendamos três deles e compartilhamos com vocês, a fim de que aprendam como se prevenir corretamente ou melhorar a adesão ao tratamento.

 

O câncer de mama sempre aparece como um caroço? 

Existem duas formas principais de aparecimento do câncer de mama. A primeira delas é o nódulo ou caroço, como é popularmente conhecido, afirma o mastologista Eduardo Millen, diretor da Sociedade Brasileira de Mastologia. A outra forma mais comum é a microcalcificação. Neste caso, apenas a mamografia consegue fazer o diagnóstico precoce, quando ele tem, no mínimo, 1 milímetro. Em torno de 1,5 e 2 centímetros, essa calcificação já consegue ser identificada pelo exame clínico feito por um bom mastologista. Há casos menos comuns ainda em que ocorre uma secreção sanguinolenta pelo mamilo de forma espontânea ou descamação da auréola e do mamilo.

 

Todo caroço na mama é um câncer?

Nem todo caroço na mama é um câncer. Na verdade, a maioria dos nódulos que surgem são benignos. Geralmente, eles são fibroadenomas ou proliferações das células da glândula mamária. Existem ainda os falsos nódulos ou cistos. Neste caso, o potencial de malignidade é nulo, já que o caroço não é nem mesmo sólido.

De qualquer maneira, qualquer paciente que identificar um caroço no seio deve procurar um mastologista, independente da idade. Mesmo um nódulo benigno pode exigir acompanhamento médico para que não cresça ou se torne maligno.

 

Apenas mulheres com histórico de câncer de mama na família podem ter a doença?

Qualquer pessoa em qualquer idade pode desenvolver um câncer de mama, independente do sexo, da cor ou do histórico familiar. Entretanto, alguns pacientes apresentam um risco maior de ter a doença do que outras. Elas se enquadram nos chamados grupos de risco. 

O primeiro grupo de risco é o daqueles que têm dois ou mais parentes que tiveram câncer de mama ou de ovário antes da menopausa, no caso das mulheres. O segundo se refere aos grupos que apresentaram mutações genéticas diretamente ligados ao câncer de mama. O terceiro grupo inclui pacientes que receberam tratamento contra o câncer com radioterapia no tórax antes dos 25 anos. Depois dessa idade, o DNA não sofre mutações que podem favorecer o câncer de mama. 

Quem pertence a um desses grupos deve começar a fazer exames de mamografia a partir dos 25 anos, aproximadamente. As demais pessoas devem começar a prevenção com a mamografia a partir dos 40 ou 50 anos.

 

Fonte: MINHA VIDA

 

 

 

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